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Flechas de prata no Ceará

por Marcelo Claro / Fotos: Pepe Mélega
Postado em 04 de Abril de 2017

Nossa equipe volta ao Aquafort, enfrenta condições adversas de pesca e, mesmo assim, fisga grandes exemplares de robalo

O robalo está entre as espécies mais cobiçadas dos pescadores esportivos. Peixe manhoso em algumas situações de pesca com iscas de fundo, mas pode ser explosivo no ataque de iscas artificiais na superfície. Aqueles que dominam a técnica de trabalhar plugs de superfície são recompensados com a inesquecível imagem da ação e da voracidade de um robalão durante seu ataque.

Esta espécie habita quase todo o nosso litoral. Em regiões costeiras e nos mangues, que vão do Sul ao Nordeste brasileiro. Cada vez mais, operadores de turismo de todo país investem em suas estruturas para atender uma legião de pescadores, fanáticos pelos robalos. Entre elas está o Aquafort Tour & Pesca Hotel.

Instalado na cidade de Camocim, no litoral do Ceará, à beira do Rio Coreaú, o Aquafort deu início a sua operação anos atrás como fazenda de engorda de camarões. Enxergando o potencial do turismo da pesca, passou a explorar esse segmento e hoje recebe pescadores de todo o Brasil.

A operação começa em Fortaleza (CE). É a partir de lá que a operadora transporta seus clientes até o resort em uma van. A viagem de cerca de 300 km é quase toda feita em estrada asfaltada. Os hospedes são alojados em espaçosos chalés, distribuídos numa extensa área do empreendimento.

O Rio Coreaú, em Camocim, atravessa uma extensa região de manguezais, ricos em nutrientes. É um habitat perfeito para os robalos. O tempo de navegação entre o resort e os pontos de pesca não dura mais que vinte minutos. A escolha da época durante o mês é fundamental para a definição da tralha, uma vez que na lua cheia ou na nova, a amplitude da maré naquela região chega a 3,5 metros, o que exige um planejamento apurado para pescar nessas condições.

Durante o dia, quando a inversão da ação da maré e a correnteza passam a prejudicar a pesca no leito do rio e em seus braços, a operadora oferece aos seus clientes outra opção: a de pescar nos imensos canais que abastecem de água os viveiros de engorda de camarões, são 21 quilômetros de extensão onde podemos achar  espécies de peixes, como xaréus, barracudas, robalos, meros e outros.

Eu e Pepe Mélega, meu parceiro em inúmeras pescarias, estivemos lá em março de 2017 para conferir a evolução desse pesqueiro desde que Pesca & Companhia esteve por lá a primeira vez em 2015.

A íntegra desta reportagem você confere na Edição 268 da Pesca & Companhia
 

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