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Nicarágua: o paraíso desconhecido dos peixes de bico

por Antonio Varcasia/ Tradução: Lielson Tiozzo
Postado em 04 de Outubro de 2017

A América Central é um destino cada vez mais procurado pelos amantes da pesca oceânica. Agora é a vez de apresentarmos mais uma opção, que pouco a pouco vai cativando mais turistas

Minha história e a da Nicarágua já se unem há três anos, quando este importante país da América Central se converteu em minha segunda pátria (sou italiano). É aqui que trabalho, vivo e percorro alguns dos caminhos mais importantes da minha vida.  

Em âmbito geral, posso afirmar ter pescado em todas as costa e ambientes que conformam este país (nos oceanos Atlântico e Pacífico, lagos, represas e rios navegáveis), onde pude pescar quase todos os “gamefishes” mais importantes destas águas.

Um dos atrativos deste paraíso é a possibilidade de uma pescaria dedicada aos peixes de bico de forma constante e bem determinada. Ainda recordo de uns anos atrás, quando navegava em um panga buscando os sailfishes, assim como os lendários marlins capturados de forma intrépida por quem havia se aventurado “mar adentro”. Estas duas palavras pronunciadas com um tom profundo, no sentido de respeito por parte dos pescadores, significam alcançar o drop-off - a queda continental, algo que na Nicarágua é possível encontrar entre as 40 e 50 milhas náuticas de navegação. 

É possível compreender mais ainda o respeito do tal “mar adentro”, porque em um país tropical, no qual o mar não é nada “Pacífico”, a possibilidade de ser socorrido a esta distância é remota. Isto é algo que põe freio no desejo do mais persistente pescador de ir mais longe. 
 

 

A íntegra desta reportagem você confere na Edição 274 da Pesca & Companhia!

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