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Em busca do ouro amazônico

por Alexandre Dick
Postado em 04 de Dezembro de 2017

Fizemos uma pescaria em local inédito, em pleno coração da floresta amazônica, na busca pelos grandes exemplares de tucunaré

O tucunaré não leva o apelido de “Embaixador da Amazônia” por acaso. Afinal de contas, pescar peixes desta família é sempre uma emoção, independente da espécie e do lugar. É um “territorialista” que ataca as iscas artificiais com muita voracidade e tem em sua família mais de 15 espécies catalogadas, cada uma com o seu charme e encanto. 

O maior destino do mundo em se tratando da captura dos grandes é, sem dúvida, a Amazônia. Lá podemos encontrar ao menos três das maiores espécies: a maior delas o açu (Cichla temensis), que alcança mais de 12 kg de peso, também o vazzoleri (Cichla vazzoleri) e o Pinima (Cichla pinima) que podem ultrapassar os 8 kg. 

Por ter a maior bacia hidrográfica do mundo, a temporada e os locais para pescar estes peixes se dá em épocas e em locais distintos. Não podemos encontrar todos eles em um mesmo lugar. A melhor oportunidade é no período da seca, quando o leito dos rios entra na caixa, formando imensos lagos e ressacas, pontos ideais para encontrarmos os troféus.
 
O açu é o mais procurado e comumente encontrado na região conhecida como o médio e alto Rio Negro, bem como em alguns afluentes colombianos, venezuelanos e também no Rio Branco. Já o Vazzoleri pode ser encontrado com certa abundância no Rio Uatumã, médio e baixo Trombetas e no Rio Paratucu. Enquanto que o pinima tem maior incidência na região conhecida como baixo Amazonas, que engloba alguns rios famosos como Acari, Abacaxis e Sucunduri.

 

 

A íntegra desta reportagem você confere na Edição 276 da Pesca & Companhia

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