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Seu Chico e suas surpresas

por Pepe Mélega
Postado em 01 de Junho de 2017

Mais um aventura no Nordeste. Desta vez, escolhemos o rio que, em sua foz, divide Sergipe e Alagoas; um lugar mágico em que o robalo não reina sozinho, habitando com xaréus e outras espécies.

Conhecer o Rio São Francisco foi algo espetacular para quem sempre ouviu falar da beleza de suas águas e de sua grandeza. Pescar em sua foz é mágico, especialmente para mim, que sou Francisco de batismo. Tive a oportunidade de navegar no meu xará e usufruir das riquezas de suas águas.

Minha maior motivação para essa viagem foi o robalo, minha grande paixão. Juntei-me com outros dois amigos apaixonados pela espécie – Edson Deconto e Marcos Seabra, nosso cicerone – e seguimos para Aracajú (SE), por meio da Sergipe Sport Fishing (sergipesportfishing.com). Nosso destino já havia sido escolhido: ficaríamos três dias no município de Brejo Grande, às margens do Rio São Francisco para, ao raiar do sol, navegar por suas águas em busca dos robalos. 

A foz do São Francisco oferece muitas possibilidades. Há locais alagados com profundidades variando de um a 4 m e lugares de passagem entre as margens e baixios, em canais com profundidades entre 7 e 9 m. Existem braços do rio com estruturas grandes, não tão próximas à margem e que dão excelentes pesqueiros, e também a barra – o encontro entre o mar e o rio, em que baixios e canais profundos precisam ser explorados e que podem render a captura de uma espécie muito esportiva: o tarpon (ou camarupim).

A íntegra desta reportagem você confere na Edição 270 
 

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