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O Panamá ainda a ser descoberto

por Marcelo Claro
Postado em 05 de Fevereiro de 2018

Visitamos o Tropic Star Lodge, em Piñas Bay, e fomos conferir porquê ele tem o rótulo de “melhor resort de pesca do mundo”

Há alguns anos pescar no Panamá se tornou uma febre entre os pescadores brasileiros. A farta variedade de peixes, entre eles atuns de mais de 100 kg e o fato de naquela região o mar ser razoavelmente abrigado, fez este pequeno país centro-americano se tornar um destino de pesca não só por aficionados pela pesca em água salgada, como também pela imensa maioria dos praticantes em águas interiores.

Os peixes do mar passam a vida nadando (pelágicos), são fortes e proporcionam inesquecíveis embates, muitas vezes com intermináveis tomadas de linha. Aliado ao fato de que no mar, num mesmo ponto, habitam diversas espécies de peixes e de todos os tamanhos ao longo da coluna d’água. Isto faz a pesca em água salgada ser cercada de mistérios e expectativas.

O usual até então eram os destinos ao norte da Cidade do Panamá onde algumas operadoras oferecem hospedagem, lanchas e guias de pesca. O inconveniente é que nessa região os melhores pontos são um pouco distantes mesmo em lanchas rápidas.
Durante a prospecção da Pesca & Companhia para levar aos leitores novos destinos de pesca, encontramos o Tropic Star Lodge, ao sul da Cidade do Panamá, mais precisamente em Piñas Bay, cuja propaganda aborda seus grandes diferenciais em relação aos seus serviços, se apresentando como “o melhor resort de pesca do mundo”.

Aproveitamos logo o início da temporada e em dezembro de 2017 organizamos a equipe que me acompanharia para esta reportagem: Diogo Lafiandre e Marcos Okamoto, ambos com vasta experiência com todo tipo de técnica e variedade de equipamentos.

Pegamos um voo da Copa Airlines (companhia panamenha, pertencente a United Airlines) a partir de São Paulo, e em seis horas chegamos à Cidade do Panamá. Logo no desembarque, antes mesmo da imigração, fomos recepcionados pela equipe do Tropic Star Lodge, que agilizou nossa imigração e a alfandega para não mais que 10 minutos. Além do passaporte, para entrar no Panamá, é necessário estar de posse do certificado internacional de vacina contra febre amarela, emitido em data superior a dez dias à entrada no Panamá.

Nos hospedamos em um hotel no centro velho da cidade (recomendação do Lodge), região que passa por um processo de reurbanização e onde a pé se alcança lojas com artesanatos locais, simpáticos botecos e restaurantes com excelente padrão de qualidade.

Na manhã seguinte se iniciam os serviços do empreendimento com nosso transfer do hotel ao aeroporto regional, onde embarcamos com outros hóspedes para um voo de 50 minutos até o Tropic Star Lodge. O acesso é feito exclusivamente aéreo ou por mar. Localizado em região de selva é por lá mesmo que vivem os funcionários da operadora e uma comunidade de nativos, muitos deles que ainda preservam a língua dos ancestrais.

A íntegra desta reportagem você confere na Edição 278 da Pesca & Companhia! 

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