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Pesqueiros: evolução constante

por Juninho/ Fotos: Aarow Denys e Andreia Caldas
Postado em 04 de Abril de 2018

A busca por um troféu num ambiente de pesque-pague requer as mesmas pesquisas, escolha de equipamentos e testes de uma pescaria na natureza

Como já escrevi varias vezes, não tenho espécie ou modalidade predileta. Essa é uma grande verdade e vantagem, pois  gosto da diversão que envolva pescaria e peixes fisgados.  O lugar é o que menos importa: mar, rio, lago, lagoa ou mesmo um tanque. Na verdade,  eu quero é pescar, me deslumbrar e ser feliz!

Com o passar dos anos os tambaquis e tambacus nos pesqueiros foram se adaptando bem e cresceram muito onde foram introduzidos. Um destes locais é o Pesqueiro Lago Azul, em Onda Verde, um pequeno município localizado no interior de São Paulo bem próximo a São José do Rio Preto.

O lugar possui grande açude lá os peixes não recebem ração como alimento e sim frutas legumes e pães. Isso atribui uma grande força nos peixes que ali vivem. Estive três vezes por lá, sendo que na primeira usei caiaque e  artificiais. Consegui ferrar vários peixes com  isca micro, na verdade peixes pequenos, mas  vivi momentos inéditos até então. Havia conseguido dois gigantes. Um embarquei e o outro cortou o meu popper  no meio. Nunca tinha me acontecido tal fato.

Naquela pescaria, quando os peixes começavam a “golfinhar” próximo ao caiaque, me deixa perplexo. Era fácil imaginar o tamanho dos exemplares. Confesso que me deixava apreensivo, pois era arriscado fisgar algum daqueles gigantes e, caso não tivesse preparado dentro do caiaque, corria o risco real de ver minha embarcação virar.

 

A íntegra desta reportagem você confere na Edição 280 da Pesca & Companhia!
 

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