Juninho



Quem é seu ídolo?
O “Gugu” – Gustavo dos Reis Filho. Pioneiro na pesca esportiva do Brasil. Um ícone e desbravador legítimo!

Não há nada melhor que...
Pescar. A paz de espírito que sinto ao estar em meio à natureza é sensacional.

Dica de pesca cultural:
Nós brasileiros temos o privilégio de sermos um dos países de maior dimensão territorial do planeta. Nossa hidrografia é sem igual; com isso, uma variedade de espécies imensa. Para que as futuras gerações possam também usufruir deste nosso paraíso pescativo temos que praticar o pesque e solte, pois, quanto mais peixe soltar, mais irá capturar.



Por que gosta de pescar?
Fui contaminado pelo vírus da pesca e agora ela me domina. Sem dizer que sou viciado em adrenalina e as capturas são desafiantes. Com isso, a pesca a cada nova jornada me oferece grandes doses!

Estilo favorito:
Não tenho. Pesco o que a natureza e a época do ano me oferecem. Se for arremesso (bait casting), eu arremesso. Se for na natural, isca n´água, anzol chumbo e tudo mais! Na pesca sou eclético, e adoro usar tecnologia e técnicas novas.

Espécie favorita:
Amo todas, mas não penso duas vezes quando a pescaria é de dourado, de tucunaré- azul ou de piapara.

Qual seu livro favorito?
O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway. É um clássico e outros pescadores já citaram. Eu gosto muito!

E o seu filme predileto?
Nada é para sempre. Ele é dirigido por Robert Redford e tem o Brad Pitt como protagonista. Me arrepia só de lembrar uma das falas: “nada é para sempre, tudo na vida passa. Mas só não passa o meu amor pelas águas”.



Tem alguma mania enquanto pesca?
Preparar minuciosamente cada pescaria. Por mais corriqueira que seja, sempre com antecedência e a maior atenção possível, para não esquecer nenhum material, seja para a pesca, seja para a segurança. Não me perdoo se falta de algum item. Como católico, sempre me benzo com a água, e na navegação inicial e terminal faço orações pedindo proteção e agradecendo a Deus pelo grande privilégio.

Isca pegadeira:
A isca “Z90J” da Deconto. “Usou, capturou.”

O que quer aprender?
Quero aprender muito ainda, mas sei que é infinito. Em toda pescaria descubro sempre coisas novas, novas lições, novas técnicas, algumas são descobertas com erros. É muito bom renovar e reciclar. Esta busca do “saber” é que nos mantém apaixonados.

Sugere um lugar para o leitor ir?
“Pescar”. Não importa o local, mas sim a intenção. Realizo minhas maiores pescarias no local que chamo de “quintal de casa”, no Rio Pardo, que fica próximo à minha cidade. A constância das pescarias faz chegar à perfeição e é ela que faz o sucesso em grandes capturas.

Qual o lugar a que pretende ir?
Até a América Central. Assisti a muitos vídeos e li ótimas matérias sobre essa região. Peixes enormes e muito esportivos.

Deixe um recado para os leitores
Quando for fazer qualquer tipo de pescaria, o planejamento é peça chave. Saber qual o tipo de equipamento levar, em que isca está pegando, a previsão do tempo. Todas as observações são itens para uma boa pescaria. Aprendi uma frase com o querido e saudoso compadre Frederik Moreira: "A sorte favorece o espírito preparado". Isso diz tudo, mas, em outras palavras, se aprimorar ao extremo, porque assim chega ao limite da sorte.

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