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Pontos positivos e negativos das linhas de pesca

por Redação
Postado em 19 de Março de 2018

Confira as características das linhas de monofilamento, multifilamento e fluorcarbono

Pontos positivos e negativos das linhas de pesca:

Monofilamento

Foi criada durante a Segunda Grande Guerra (1939 a 1945). A matéria prima usada na fabricação é o náilon, que com o acréscimo de aditivos acaba ganhando a tonalidade desejada. Uma das grandes vantagens em relação às outras é o seu preço, na maioria das vezes mais baixo que o das demais.  

Pode ser usada em todos os tipos de pescarias, sendo empregada, inclusive, na confecção de líderes.  Uma característica marcante fica por conta de sua elasticidade, que pode ser de 20 a 30%, um detalhe importante para absorver o choque de um ataque repentino do peixe procurado.

De negativo: a durabilidade da mono é considerada “curta”. O acúmulo de “memórias” também preocupa, embora algumas fabricantes já tenham solucionado esse problema aumentando a maciez e aplicando um revestimento com materiais de alta tecnologia.  

Multifilamento

Surgiu durante os anos 1990. Recebe esse nome por ser composta por vários fios de dacron, dyneema ou spectra, que são fibras sintéticas muito fortes. Nos Estados Unidos elas são apelidadas de “superlinhas”, porque podem ser até quatro vezes mais fortes que uma mono de mesmo diâmetro.
Antes elas eram usadas apenas na pesca oceânica. No corrico ela é unanimidade por ser mais fina e ter menos resistência à força d’água, o que favorece o trabalho das artificiais, em especial os plugs de barbela.

Elas não têm “memória”, a durabilidade é maior e, por ter baixíssima elasticidade, permite que o pescador perceba o ataque do peixe com mais facilidade, proporcionando uma resposta imediata na fisgada. 

No entanto, se mal manuseadas, podem provocar cabeleiras. Os passadores das varas têm de ser de boa qualidade para resisti a elas. E o maior “pecado” se dá quando, ao raspar numa estrutura, pedra ou galhada, se mostra muito frágil, o que obriga o emprego de líderes.

Fluorcarbono 

A necessidade de “driblar” a visão apurada dos atuns fez com que pescadores passassem a empregar esse tipo de linha como líder na pesca da espécie,, por volta de 1996. Mas invisibilidade não é a única vantagem: a resistência à abrasão impressiona, sendo a heroína das capturas feitas em locais com muitas pedras ou pauleiras.

Por ter uma elasticidade menor que o náilon e com isso afundar mais lentamente, esse material é usado nas pescas de fundo com artificiais, em especial do black bass.  Apresenta grande sensibilidade, mesmo em dias com muito vento e também possibilita fisgadas mais potentes. 

O alto preço pesa contra, mas essas linhas ganharam fama por serem muito úteis na confecção dos líderes. Geralmente as de bitola acima de 0,30 mm são as mais acionadas para essa função. 

Uma das críticas mais comuns a esse fio se deve ao excesso de “memória” e por se manter sempre em espiral logo após a saída do carretel. 

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