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Paradinha x acelerada: na pesca de traíras

por Guilherme Monteiro
Postado em 30 de Novembro de 2018

Algumas variações no trabalho da isca são importantes na tentativa de capturar a espécie

Alguns movimentos sutis que damos em nossas iscas artificias fazem toda a diferença no resultado da pesca de traíras. Pequenos toques ou alternar os movimentos são algumas das possibilidades para enganarmos os peixes. 

É o caso da famosa e eficaz “paradinha”. Quando interrompemos o movimento de recolher a isca e a deixamos sem movimentar por um instante, isso pode despertar o ataque do peixe. Este é um macete que muitas vezes é a solução quando os predadores como as traíras estão manhosas e muito lentas.

Nem sempre a paradinha vai resolver. Muitas vezes é necessário fazer o contrário e acelerar a isca, uma tática bem comum na pesca de tucunarés e dourados por exemplo. 

Esses predadores tem a característica de serem muito velozes e quando, em uma perseguição à artificial, ele refugar a mesma, a solução pode ser acelerar ela. O peixe pode interpretar como a fuga da sua presa e isso é capaz de instigá-lo a atacar.

Pequenas alterações na forma de trabalhar são muitas vezes o diferencial de uma pescaria comum e uma grande jornada, esteja sempre alerta e tente algo diferente, assim o sucesso estará mais próximo do que você imagina

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